top of page

A única campanha nacional em defesa de trabalhadores e trabalhadoras de apps


Criar e divulgar uma campanha de envolvimento social, buscando a conscientização sobre a realidade e os direitos de trabalhadores e trabalhadoras do setor de aplicativos por entrega. Esse era o objetivo desse trabalho desafiador e necessário.


Com base nos resultados da pesquisa “Condições de trabalho, direitos e diálogo social para trabalhadoras/es do setor de entrega por APP”, fomos estudar como divulgar as informações de maneira simples e humanizada, buscando um processo de educação sobre o tema na sociedade.


Uma criação coletiva


Antes de qualquer movimento criativo, realizamos diversas e amplas conversas com entregadores/as, pesquisadores/as, especialistas e lideranças do setor.


O conteúdo da campanha, bem como a identidade visual, o manifesto, a linguagem, as estratégias de comunicação, o planejamento e cronograma de redes sociais foram desenvolvidos em conjunto com a CUT, IOS e OIT, com entregadores e lideranças dos movimentos, que participaram ativamente do processo de elaboração e, consequentemente, ajudaram a divulgar da campanha junto à categoria e a formar canais de comunicação próprios.


Linha do tempo


A campanha como meio para conscientizar trabalhadores e trabalhadores de aplicativos por entrega, suas famílias, lideranças políticas e comunitárias, influenciadores de opinião, políticos e toda a sociedade tomadora destes serviços sobre os direitos dos entregadores e entregadoras contratados por aplicativos foi ao ar em 25 de julho de 2022 através dos meios digitais, após cerca de um mês de estudos, elaboração estratégica, criação, reuniões de alinhamento e aprovações.


Foram criadas páginas próprias específicas para a campanha A Gente Não Se Entrega nas redes sociais Instagram e Facebook. Também foi elaborado um site da campanha contendo materiais informativos sobre o projeto e um espaço prevendo captação de contatos. Foram adaptados materiais para o WhatsApp como forma de atingir com mais eficiência o público principal (entregadores e entregadoras). Foi estruturado e colocado em prática um plano de mídia para investimento em Facebook Ads com o objetivo de impulsionar os conteúdos.


Resultados:


Em apenas um mês de divulgação, a campanha atingiu com seus conteúdos o alcance de mais de 2,4 milhões de pessoas no Instagram e mais de 1,7 milhões de pessoas no Facebook.


Neste período, foram mais de 47 mil engajamentos (curtidas, compartilhamentos, comentários e salvamentos) das postagens no Instagram e mais de 111 mil no Facebook.

Foram divulgados diversos depoimentos de entregadores e entregadoras não apenas em apoio à campanha, mas também denunciando situações de abusos e violação de direitos, compartilhando histórias e incentivando a união da categoria. Estes foram marcados nas publicações e replicaram o conteúdo em suas redes sociais, aumentando o engajamento das páginas.


Também foram feitas coberturas ao vivo de eventos presenciais que contaram com a participação de entregadoras e entregadores em Recife e Brasília, com distribuição de materiais impressos para maior engajamento e divulgação da campanha.


Links:

instagram.com/agentenaoseentrega

linktr.ee/agentenaoseentrega

agentenaoseentrega.com.br

Pelos direitos de entregadores e entregadoras

A gente não se entrega

CUT / OIT / IOS

Comunicação e operação



Em todas as mídias, em todos os lugares

Nossa vida vale mais do que levar um prato de comida

Resultados

Pessoas reais, engajamento real

O conteúdo da campanha, bem como a identidade visual, o manifesto, a linguagem, as estratégias de comunicação, o planejamento e cronograma de redes sociais foram desenvolvidos em conjunto com a CUT, IOS e OIT, com entregadores e lideranças dos movimentos, que participaram ativamente do processo de elaboração e, consequentemente, ajudaram a divulgar da campanha junto à categoria e a formar canais de comunicação próprios. Foram divulgados diversos depoimentos de entregadores e entregadoras não apenas em apoio à campanha, mas também denunciando situações de abusos e violação de direitos, compartilhando histórias e incentivando a união da categoria. Estes foram marcados nas publicações e replicaram o conteúdo em suas redes sociais, aumentando o engajamento das páginas.


Milhões de pessoas impactadas

Em um mês de divulgação, a campanha atingiu com seus conteúdos o alcance de mais de 2,4 milhões de pessoas no Instagram e mais de 1,7 milhões de pessoas no Facebook. Neste período, foram mais de 47 mil engajamentos (curtidas, compartilhamentos, comentários e salvamentos) das postagens no Instagram e mais de 111 mil no Facebook.

bottom of page