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Alias desenvolvimento e floresta em pé. Não só é possível, como urgente e necessário.


O modelo de economia baseado na exploração do trabalho e na destruição do meio ambiente precisa mudar.


Nesse mundo em transformação, o movimento sindical precisa ter uma agenda própria para defender a geração de empregos de qualidade. Essa campanha tem como objetivo a conscientização sobre transição energética justa, ou seja, preservando empregos e dignidade de trabalhadores e trabalhadoras.


Além disso, também aborda a relação entre meio ambiente e trabalho e entre preservação da natureza e manutenção da qualidade de vida e dos empregos nas cidades, no campo e na floresta. Incluir a criação de postos de trabalho decente em setores mais sustentáveis, apontando para um futuro socialmente justo e ambientalmente sustentável.


De forma simples, mostramos que quando uma nova realidade se apresenta, como a necessidade de transformar a economia para enfrentar a crise climática, é preciso que os governos estejam preparados para defender e proteger a classe trabalhadora.


Uma das principais preocupações é o impacto do novo sistema na vida de quem trabalha tidos como "inimigos" da transição energética justa, como o setor de combustíveis fósseis.


Nos materiais, são expostas alternativas que precisam ser pensadas em conjunto com a classe trabalhadora. Há também a necessidade de políticas públicas voltadas ao tema e de governos abertos ao diálogo.


A campanha está em andamento nos diversos canais da CUT.

Por um modelo de desenvolvimento justo, sustentável e inclusivo.

Transição Justa

CUT

Advocacy




Em todas as mídias, em todos os lugares

Só há emprego num planeta vivo.

Resultados

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